Unexpected Thoughts!
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O Alvim é o maior II!

>> domingo, 15 de junho de 2008


(Imagem retirada da net)

"Existe um timing para tudo e muitos são aqueles que não o respeitam, porque acham, precisamente, que não existe um timing para nada. Porque o que importa é a força de vontade, a forma como acreditamos naquilo que desejamos alcançar, a intensidade com que depositamos confiança em nós próprios é muito importante… esqueci-me agora. Estas frases são muito bonitas mas não passam disso: espremem-se muito bem, como se estivessem a sair da máquina de lavar em direcção ao estendal, mas nem uma pinga de água.

Existe um timing, sim. E se ele existe é para ser cumprido, tal qual uma colheita que tem de ser feita em determinado período. Vamos cá ver: por que é que a apanha da cereja é normalmente feita em Maio/Junho e a de uva entre Setembro/Outubro? Deve ter sido por acaso, querem ver? Pois claro que não! Porque é aí que os frutos estão nas melhores condições para serem colhidos: nem verdes, nem demasiado maduros. Na altura certa. No chamado ”ponto” para irem para o cesto. É o que acontece quando não respeitamos este timing é que possivelmente encontramos lá os frutos, sim, mas já sob a forma de fósseis ou com caruncho, que é como se costuma dizer lá na terra. É daí que vem a expressão “não vales um caroço”, que é ao que ficam reduzidas as cerejas se não forem apanhadas a tempo.

E assim, há muitas pessoas que continuam a não respeitar esta elementar regar – a da colheita no tempo certo – convencidos de que ainda podem apanhar maçãs em Fevereiro. Não podem. Existe um tempo para tudo e se não apanharmos o que ele nos dá na altura certa, nada retiraremos dele. Falharemos o timing ou pura e simplesmente o deixaremos passar como se estivéssemos de boca aberta, na janela do carro, a ver um palácio muito bonito. E depois disto, quando passamos, quando percebemos o que ficou para trás, é que entendemos que o timing era aquilo. E era tão simples de entender. Pelos sinais que nos faziam, pela forma como nos olhavam, por aquilo que nos diziam. Tão simples de entender, caramba! E nós ali, numa espécie de gaguez mental que nos retrai em vez de nos fazer ir em frente.

E o mais curioso é que quando entendemos tudo desde o início mas achamos que ainda não é o timing certo, que ainda precisamos de mais uma prova ou outra de que isto não é assim: mais um jantar, mais um cinema, mais umas férias – que eu depois quando vier decido -, mais uma carta, mais um telefonema, uma mensagem cauteloso – que eu ainda não tenho a certeza – mais um dia a seguir ao outro, mais uma semana em que não nos vemos, mais uma semana em que nos vemos sem nos ver, até ao dia em que percebemos que perdemos todo o timing que até aí nos unia."

Fernando Alvim in Metro
12 de Junho de 2008


Speechless... Nada a acrescentar. Este gajo é um senhor...
ADENDA:
Colheita's over! Finito... babe!

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O Alvim é o maior!

>> terça-feira, 26 de fevereiro de 2008



Eu sempre disse que Alvim era o rei!
E volto a dizê-lo!

Este homem é demais. O sentido de humor, de crítica, de realidade, de tudo!
E aqui está... mais uma prova!

5 estrelas!

Esta coisa de gostar de alguém!

"Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."


E tudo o resto... são tretas. Desculpas esfarrapadas que não enganam ninguém! (Que tenha 2 dedos de testa, claro!) 

Para lerem o texto completo, cliquem aqui!

E podem tirar o cavalinho da chuva que não, não tou apaixonada!!!

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